Uma constatação: as baratas não tem medo, elas sempre vem desafiadoramente na tua direção.
Em mais um fim de ano, próximo do verão, eu me encontro extremamente estressada, irritada, exausta, exatamente da mesma forma como eu me encontrava há um ano atrás. Obviamente minha situação não é tão crítica. Meu relacionamento é certamente mais estável, saudável e feliz que o da época, eu estou empregada, consegui certas regalias com os professores para embarcar em um temporário; mas pelas indefinições do próximo semestre, minha psique reage da mesma forma ou pior, já que não tenho muito ninguém para culpar a não ser minha própria “fraqueza emocional”.
Eu tenho uma tendência horrível à ansiedade e angústia. Se isso ao menos me desse algum dinheiro, como à autora de Comer, Rezar, Amar quem sabe seria razoável, mas até onde eu percebo, isso só faz eu “empobrecer” mais.
Eu tinha começado uns 3 posts leves para este novo blog, mas acabei não postando nenhum, e agora posto esse, o que determina que jamais serei popular com meus blogs. Eles sempre acabam se tornando minha terapia individual. Eu não tenho nenhuma centelha de cunho jornalístico ou de entretenimento.
Minha espiritualidade têm sido ponto chave nesse processo mas, como todo o resto, eu não sei bem que caminho seguir. De todo modo eu voltei a orar freqüentemente e ter um apoio incondicional do meu Deus segura todas as minhas intermináveis pontas.
Eu pensei em discorrer mais demoradamente sobre as minhas perturbações atuais mas já passou muito das 3 horas da manha e eu preciso dormir. Outra hora passo denovo por aqui.
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